Cronologia de Alvina

Representações de Data
AY – Antes de Yondar
EY – Era de Yondar

Primeira Era – A Era dos Dragões – ? – +/- 5.000AY

Pouco se tem conhecimento desses tempos tão antigos, sem qualquer relato escrito ainda existente. Os humanos existiam apenas como pequenas tribos nômades e os anões começam a estabelecer comunidades sedentárias. O pouco conhecimento que existe dessa era vem através da história oral passada pelas gerações anãs, pois os relatos que possuíam escritos foram destruídos junto com a Lendária Cidadela Anã

Segunda Era – A Era dos Deuses Presentes – +/- 5.000AY – 3.000AY

  • Chegada dos elfos à Alvina (~5.000AY): Vindos de seu plano féerico de origem surgiram os elfos, criaturas fantástica de grande longevidade, o suficiente para aparentar imortalidade para as demais raças. Surgindo das florestas, começaram a formar seus próprios domínios, fundando os reinos élficos.
  • Fundação do Reino Élfico de Syvernall, no norte (~5.000AY)
  • Fundação do Reino Élfico de Valenthad, no oeste(~5.000AY)
  • Fundação do Reino Élfico de Ithylra, no sul (~5.000 AY)
  • Guerra dos Oito Portões (~4.500AY): Liderados pelo arquimago Uthiriaen, governante de Syvernall, os elfos avançaram para as terras do norte, enfrentando os anões que dominavam aquelas terras. Depois de mais de dois séculos de batalhas e sete cidadelas anãs conquistadas, o Grande Rei Kazran liderou seus exércitos de Aznarad, a Cidade dos Sonhos, contra os elfos invasores. Empunhando seus três lendários artefatos, o Rei Kazran forçou a fuga de elfos de mente fraca com sua Coroa do Domínio, devastou o exército inimigo com seu Cetro do Poder e aprisionou a alma de Uthiriaen em seu Orbe das Almas, entregando sua vida em troca e impedindo que a oitava fortaleza caísse.
  • Primeira Guerra Sombria (~3.500AY): Liderando os bárbaros humanos da tribo orkan, o xamã Entrok libertou e absorveu a alma do elfo Uthiriaen, adquirindo poderes divinos e uma ambição e ódio insasiáveis. Para enfrentar os anões das cidadelas, Entrok transformou toda a sua tribo em poderosas máquinas de matar, com corpos feitos para a batalha e mentes feitos para a guerra, dando origem ao que hoje são conhecidos como orcs. O governante dos anões, Grande Rei Hargin enviou a maior parte de seu povo para o sul, liderados pelos seus dois filhos com a Coroa do Domínio e o Cetro do Poder, enquanto enfrentava os brutais inimigos. Aconselhado pelas sacerdotisas da divindade mãe dos anões, Tadhula, o Grande Rei ordenou que fosse realizado um ritual de aprisionamento ainda mais poderoso que o Orbe das Almas, assim Entrok demonstrou para seus seguidores o poder dos deuses anões, transformando-se em pedra enquanto terríveis terremotos modificavam as terras do norte, soterrando o corpo do xamã sob imensas montanhas. Contudo, esse ritual cobrou um alto preço: separou os anões definitivamente das energias mágicas do mundo, impedindo que eles forjassem novos artefatos mágicos e perdessem contato com seus deuses.
  • Destruição de Aznarad, a Lendária Cidadela Anã (~3.500AY): Com os terremotos do ritual Prisão de Tadhula, a primeira cidadela anã, Aznarad, também conhecida como a Cidade dos Sonhos, foi completamente destruída e soterrada. Outro preço cobrado pela sobrevivência anã. Desde a destruição de Aznarad uma lenda surgiu: “Aquele que encontrar o Primeiro Trono será o Verdadeiro Rei”. Desde então vários anões já tentaram encontrar a lendária cidadela, mas nenhum nunca descobriu qualquer pista.
  • Fundação do Império de Akad (~3.300AY): Fundado por Inanna, uma das primeiras divindades a surgir no mundo. Com seus poderes relacionados a fertilidade, seu povo prosperou com imensa produção agrícola e alta natalidade, além de suas boas capacidades militares e estratégicas.

Terceira Era – A Era dos Heróis – +/- 3.000AY – 1.000AY

  • Fundação do Reino de Crétia (~2.800AY)
  • Conquista do Reino de Crétia por Inaucus (~2.400AY): Obcecado em fundar seu próprio império, Inaucus atravessa o Mar Norgrim e avança pela Península de Argon, enfrentando conquistando o Reino de Crétia e matando pessoalmente o lendário herói Argon, rei dos cretos, não antes de perder seu olho direito no combate.
  • Fundação do Império de Inaucus (~2.300AY): Com a continuidade de sua conquista, Inaucus deixa sua vida errante em busca de guerras e funda seu império. Entretanto, sem os poderes de fertilidade de sua irmã, seu império não prosperou da mesma forma que Akad. Com seu povo influenciado pela sua própria personalidade guerreira, existindo conflitos militares constantes, gerando desunião e enfraquecendo o império. Percebendo as fraquezas de seu domínio, Inaucus tomou a decisão que mudou o mundo, partilhou seu sangue com seu povo, tornando-os fisicamente perfeitos, e investiu contra outros povos próximos para expandir seu domínio.
  • A Desolação dos Magos (~2.000AY)

Quarta Era – A Era dos Grandes Impérios – +/- 1.000AY – 300AY

  • Fundação do Império de Bahrok (853AY)
  • Conquista de Ithylra pelo Império de Inaucus (712AY): Com seu grande poder militar, nem mesmo os elfos e seu imenso poder mágico foram capazes de resistir à dominação. Para a infelicidade da raça, foi descoberta que sua longevidade era drasticamente reduzida conforme os humanos avançavam em seu território, fazendo-os contraírem doenças que antes eram imunes e terem seus corpos féericos enfraquecidos. O império de Inaucus escraviza os elfos sobreviventes de Ithylra, acabando com a essência mágica do povo definitivamente.
  • Fundação de Saundham (613AY): Vindo de um outro plano até então desconhecido, um ser de grandes poderes mágicos e controle sobre os ventos surgiu nos desertos do sul de Alvina. Ele contou ser membro de um raça chamada djinn. Com seus grandes poderes interligou os poucos oásis existentes no Grande Deserto, conseguindo unificar as tribos nômades de beduínos aos coraixitas do litoral e fundar o reino de Saundham, com o djinni governando e recebendo o nome de Halevi (aquele que levita) pelo seu povo.
  • Conquista de Valenthad pelo Império de Inaucus (569AY)
  • Fundação de Khavatt (538AY): Surgindo em meio ao calor escaldante das areias do Grande Deserto, outro ser do mesmo plano do djinni Halevi começou a dominar as tribos beduínas mais distantes do centro do reino de Saundham. Diferente de Halevi, a essência do outro ser não eram os ventos e sim o calor e o fogo, da raça dos efreet, sendo nomeado como Anuar (o que tem luz) pelo povo. Secou os rios que ligavam os oásis criados por Halevi, separando parte do reino de Saundham e criando o seu próprio, o reino de Khavatt.
  • A Guerra dos Gênios (535-528AY): Inimigos naturais, o djinni e o efreeti lideraram seus povos um contra o outro apenas para conseguirem matar o outro. Com um poder mágico maior, Anuar invoca vários outros efreet menores para lutarem em sua guerra, forçando a Halevi ensinar o conhecimento proibido de aprisionar os gênios (nome dado a todos os seres do plano natal dos efreet e djinn) para recuperar o equilíbrio nas batalhas, dando origem aos sha’ir – arcanistas que extraem seus poderes de gênios aprisionados. Durante esse período gênios ligados à terra e à água também surgiram, os dao e marid, respectivamente.
  • Conquista do Império de Akad pelo Império de Inaucus (533AY)

Quinta Era – A Era das Trevas (A Era Gloriosa, em Inaucus) – +/-300AY – 0EY

  • Conquista do Império de Bahrok pelo Império de Inaucus (285AY)
  • Conquista dos Reinos do Norte (256AY): Soberano em vastas terras do sul, o Império de Inaucus inicia sua marcha final contra os pequenos e independentes reinos ao norte.
  • A Última Aliança (221AY): O reino élfico de Syvernall começa a expandir, ameaçando o domínio anão nas montanhas. Para conseguirem confrontar o poderio élfico, as duas cidadelas anãs formaram uma aliança depois de muito tempo de inimizades e desentendimentos. Imellas, conhecido hoje como o Último Rei Élfico, utilizou todo o seu poder arcano para manter sua supremacia, mas a intervenção do Reino de Safeld e seu poderoso exército aumenta o poderio anão, matando o Imellas e forçando o exército élfico a recuar.
  • Conquista de Syvernall pelo Império de Inaucus (213AY): Com o enfraquecimento do reino na guerra contra os anões, o Reino de Syvernall é dominado pelo poder esmagador do Império de Inaucus, escravizando os elfos e esmagando todos os sinais de sua cultura.
  • Conquista de Safeld pelo Império de Inaucus (212AY): Após invadir e dominar Syvernall, os imperiais se viram poderosos os suficiente para avançar contra o último reino livre – Safeld. Com o poder arcano aprendido nos livros élficos, os Arcanistas imperiais se tornaram ainda mais poderosos, forçando o Rei Velker a dobrar o joelho para não fazer seu povo sofrer.
  • Fundação de Zeruum nas Terras Selvagens (153AY)
  • Fundação do Salão dos Elementos (52AY)
  • Guerra de Libertação (6AY – 0EY): Reunindo soldados de vários povos escravizados pelo Império de Inaucus, o jovem e carismático guerreiro Yondar iniciou uma rebelião para derrubar o domínio do império. Ao lado de nomes lendários como Valis, Myrrion e Aerden, Yondar conseguiu dar coragem ao povo para que enfrentassem o poder sombrio do Imperador das Trevas. Após uma série de sangrentos conflitos, as forças de Yondar venceram e conquistaram mais da metade do território inauquiano, fundando o Reino de Yondária com Yondar como rei.

Sexta Era – A Era de Yondar – 0EY – 836EY

  • Libertação Élfica e a Fundação de Amblisdrys (3EY)
  • Fundação da Academia Real (5EY): Sobre as ruínas e restos de conhecimento de uma das numerosas guildas de arcanistas do Império de Inaucus, foi fundada a Academia Real de Yondária, um centro de educação onde quem pudesse pagar seria instruído no diversos campos de conhecimento como matemática, engenharia, metalurgia, medicina e magia.
  • Independência de Mefas (7EY):
  • Fundação do Reino de Ordun (9EY): O grande general de Yondar, Myrrion, continuou sua marcha para o leste, mesmo após a derrota do Imperador das Trevas. Liderando uma força de dez mil cavaleiros, Myrrion enfrentou os selvagens que viviam além das montanhas de Safeld, conquistando territórios e fundando o Reino de Ordun, autoproclamando-se rei com o apoio de Yondar. Início da construção da Muralha do Rei.
  • Independência de Minósia (12EY):
  • Fundação da Ordem dos Protetores do Rei (15EY):
  • Morte de Rei Yondar (18EY): O grande líder da Guerra de Libertação, em Yondar’at, capital de seu reino, aos 46 anos de idade. Um Conselho de Nobres é formado por Lorde Aerden, Rainha Valis e outros importantes nobres para continuar a governar Yondária, mantendo Yondar como o único rei.
  • Independência de Oprantis (18EY):
  • Independência de Argos (21EY):
  • Fundação do Conselho de Nobres (23EY):
  • Morte de Lorde Aerden (24EY): Um dos grandes generais da Guerra de Libertação, amigo pessoal do Rei Yondar, Grão-Mestre Arcanista e fundador da Academia Real de Yondária e Lorde Regente fundador do Conselho de Nobres governantes de Yondária, Lorde Aerden morre em Yondar’at, capital de Yondária, aos 59 anos.
  • Independência de Borus (25EY):
  • Morte de Rei Myrrion I (26EY): Um dos grandes generais da Guerra de Libertação e amigo pessoal de Yondar, Rei Myrrion I de Ordun morre em Portal Ordun, capital de seu reino, aos 56 anos. Seu filho, é coroado Rei Myrrion II.
  • Independência de Farnabar (28EY):
  • Formação da Confederação das Cidades Livres (30EY): Com dificuldades em manter suas independências separadamente, Oprantis, Farnabar, Mefas e Argos criaram uma forte aliança que consistia em auxílio mútuo em tempos de guerra e outras necessidades, enquanto mantinham seus governos independentes. Em pouco tempo, Borus e Minósia também entraram para esse acordo. Posteriormente, Zenoter e Sodônia também integrariam a Confederação, conforme alcançavam suas independências do Reino de Yondária.
  • Independência de Zenoter (33EY):
  • Independência de Sodônia (35EY):
  • Morte da Rainha Valis (59EY): Uma das idealizadoras e líder, ao lado de seu marido Yondar, da rebelião que gerou a Guerra de Libertação, a Rainha Valis morre, aos 83 anos, em Yondar’at, capital de Yondária.
  • Término da construção da Muralha do Rei (61EY): Não conseguindo avançar para conquistar as terras secas e arenosas da Península de Sal, Rei Myrrion I iniciou a construção de uma imensa muralha que protegeria seu povo da invasão dos povos selvagens. Assim, após 52 anos de construção, seu filho Rei Myrrion II, pode ver o projeto de seu pai concluído.
  • Coroação do Rei Demarion I e Cisão do Conselho (314-317EY): Os Protetores do Rei derrubam o Conselho de Nobres corrupto que governava Yondária desde a morte de Yondar. Confirmaram as lendas da origem divina do Primeiro Rei e coroaram um descendente direto e herdeiro de Yondar, Rei Demarion I, tornando-o o segundo rei de Yondária.
  • Fundação da Igreja de Yondar (317EY): Com a afirmação da divindade de Yondar, uma grande marcha militar em nome do novo deus iniciou-se para derrubar as antigas religiões imperiais que ainda influenciavam Yondária. Liderados pelos Protetores do Rei, diversas ordens militares e de cavalaria aderiram à nova religião e lutaram pela supremacia de Yondar.
  • Guerra dos Sete Invernos (406-413EY): Vindos das Terras Selvagens, povos bárbaros do norte invadiram a parte ocidental de Yondária. O que faltava aos nortenhos em organização e estratégia sobrava em coragem e determinação em batalha. Após sete longos anos de guerra, Yondária perde cada vez mais territórios até se ver obrigada a realizar tratados de paz.
  • Fundação de Alhur (413EY): Com o fim da guerra contra Yondária, o líder dos nórdicos invasores se proclama rei e funda seu próprio reino – Alhur.
  • Guerra Civil Nórdica (418EY): Sem um governo poderoso para manter a grande extensão de terra conquistada, o novo Rei de Alhur foi desafiado por um poderoso senhor da guerra, iniciando uma guerra civil que dividiu o novo reino em dois – Alhur e Orlund.
  • Fundação de Orlund (419EY):
  • Guerra da Separação (724-728EY): Após um reinado insatisfatório para a nobreza, alguns nobres poderosos lutaram pela independência de seus territórios, alguns muito poderosos foram bem sucedidos, enquanto outros foram massacrados pelo poderio bélico do rei. Dessa guerra os reinos de Aderon e Equelin conseguiram sua independência de Yondária.
  • Fundação do Reino de Aderon (726EY): Primeiro reino a começar uma rebelião de independência, Aderon também é o primeiro reino a conquistá-la.
  • Fundação do Reino de Equelin (728EY): Além de Aderon, Equelin é o único reino a conquistar sua independência. Contudo, sua vitória foi através da diplomacia e acordos mercantis, já que o reino era parte de grande importância econômica para Yondária. Enfraquecido com a Guerra da Separação, Yondária prefere concordar com a independência de Equelin para manter o novo reino como aliado e grande parceiro comercial, mantendo parte da lucratividade que o território proporcionava.
  • A Guerra do Falso Rei (730EY): Um dos nobres rebeldes da Guerra da Separação foi o Conde Velker do Vale Estreito, governante do Condado de Safeld e comandante supremo dos Cavaleiros do Céu. Entretanto, o poder arcano da Academia Real superou a imensa capacidade dos arqueiros montados em hipogrifos, levando a derrota do conde. Como punição, o Conde e seus familiares ativos na rebelião foram mortos por traição, a filha mais nova do Conde foi presa na Torre da Espera até o fim de sua vida e os demais familiares foram poupados, mas com suas terras e seus títulos removidos, sendo rebaixados a uma casa cavaleiresca.
    Consciente do poderio dos Cavaleiros do Céu, o rei ordenou a morte de todos os hipogrifos e a extinção da Ordem Quimerista, com a execução de todos os Arcanistas e destruição de todos os escritos da ordem. Assim, os Cavaleiros do Céu deixaram de existir.
  • Construção de Aurnthain, a Torre do Inverno (752EY)
  • Guerra da Lança Sangrenta (814EY): Um poderoso senhor da guerra orc conseguiu unificar as tribos orcs das montanhas e os goblins da Mata dos Goblins e investir contra o Vale Estreito. O ataque brutal vindo de vários lados do condado forçou as tropas locais a se fecharem em seus fortes. A sagacidade do senhor da guerra orc fui crucial quando colocou a maior parte de seu exército entre Porto Cachoeira e Ninho do Grifo, separando as duas maiores forças militares do Vale Estreito, mantendo uma campanha de guerrilha, enfraquecendo o condado para dar um golpe final e dominar todo o território.
    Sem tempo para esperar auxílio do restante do reino, o Conde se viu obrigado a tomar uma decisão difícil: sacrificar uma grande parte de seus soldados para salvar o restante do condado. Assim, enviou uma grande parte das tropas do Ninho do Grifo em direção ao exército inimigo, enquanto o restante de suas forças contornou o acampamento inimigo em direção a Porto Cachoeira para juntar todas as suas forças e lutar contra os invasores.
    O primeiro grupo de soldados, lutou bravamente para manter a atenção do orcs, tendo grandes baixas em cada conflito direto, sendo obrigados a manter uma estratégia de guerrilha igual de seus inimigos.
  • Independência de Môntiar (828EY – 836EY): Protegidos pelas Montanhas de Ferro dos anões dos Grandes Salões, os nobres dessa região iniciam um movimento de independência, começando uma guerra contra o poderoso Império de Inaucus. A guerra permanece apenas devido a proteção geográfica e a aliança com a cidadela anã vizinha que tem grande interesse mercantil na independência de Môntiar.
  • Massacre no Forte de Vaughan (832EY)
  • Guerra entre Stordell e Ordun (833-836EY): Desde a fundação de Ordun, houve diversos conflitos com o antigo reino nórdico de Stordell. Nos últimos anos esses conflitos se intensificaram e com o assassinato do príncipe herdeiro de Ordun uma guerra foi declarada. As batalhas ainda não chegaram ao seu ápice, porém ambos os reinos já empobrecem conforme a guerra continua.

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